junho 29 2026

Em webinar do Dow Jones Risk Journal, Michel Sancovski discute riscos da designação de organizações criminosas brasileiras como grupos terroristas pelos EUA

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As discussões sobre as implicações da classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas pelos Estados Unidos seguem em alta no cenário internacional, especialmente em relação aos impactos regulatórios, financeiros e de compliance para empresas. Nosso sócio Michel Sancovski, co-leader da prática de Global Investigations & White Collar Defense, participou de mais uma importante discussão internacional sobre o tema no webinar “Risks for Companies in U.S. Targeting of Brazilian Criminal Groups”, promovido pelo Dow Jones Risk Journal.

O debate foi moderado por Nicholas Elliott, vice-presidente da Dow Jones Risk. A sessão abordou a recente designação, pelos Estados Unidos, de dois grupos brasileiros como organizações terroristas, medida que amplia o uso de instrumentos legais e financeiros pelas autoridades norte-americanas no enfrentamento a cartéis e organizações criminosas transnacionais.

Ao longo da discussão, os participantes destacaram que os desafios para as empresas vão além dos processos tradicionais de sanctions screening e due diligence. À medida que organizações criminosas passam a atuar de forma cada vez mais integrada à economia formal, identificar potenciais exposições e gerenciar riscos torna-se significativamente mais complexo.

"O desafio para as empresas não está apenas em identificar sanções ou restrições regulatórias, mas em desenvolver mecanismos capazes de antecipar riscos e compreender as conexões cada vez mais complexas entre organizações criminosas e a economia formal, ao longo de toda a cadeia do negócio”, afirma Michel Sancovski.

Também foram debatidos alguns dos principais sinais de alerta para empresas, como estruturas societárias sem racional econômico claro, empresas com movimentações financeiras incompatíveis com seu porte ou atividade e entidades com pouco ou nenhum histórico operacional verificável.

O webinar reforçou ainda que o cenário regulatório exige uma abordagem cada vez mais baseada em risco (risk-based approach), com maior compreensão sobre contrapartes, terceiros e relações comerciais potencialmente sensíveis. Nesse contexto, o fortalecimento dos programas de compliance, investigações corporativas e gestão de riscos de terceiros torna-se um elemento essencial para que empresas possam mitigar sua exposição diante da evolução das expectativas regulatórias e de enforcement.
As discussões sobre as implicações da classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas pelos Estados Unidos seguem em alta no cenário internacional, especialmente em relação aos impactos regulatórios, financeiros e de compliance para empresas. Nosso sócio Michel Sancovski, co-leader da prática de Global Investigations & White Collar Defense, participou de mais uma importante discussão internacional sobre o tema no webinar “Risks for Companies in U.S. Targeting of Brazilian Criminal Groups”, promovido pelo Dow Jones Risk Journal.

O debate foi moderado por Nicholas Elliott, vice-presidente da Dow Jones Risk. A sessão abordou a recente designação, pelos Estados Unidos, de dois grupos brasileiros como organizações terroristas, medida que amplia o uso de instrumentos legais e financeiros pelas autoridades norte-americanas no enfrentamento a cartéis e organizações criminosas transnacionais.

Ao longo da discussão, os participantes destacaram que os desafios para as empresas vão além dos processos tradicionais de sanctions screening e due diligence. À medida que organizações criminosas passam a atuar de forma cada vez mais integrada à economia formal, identificar potenciais exposições e gerenciar riscos torna-se significativamente mais complexo.

"O desafio para as empresas não está apenas em identificar sanções ou restrições regulatórias, mas em desenvolver mecanismos capazes de antecipar riscos e compreender as conexões cada vez mais complexas entre organizações criminosas e a economia formal, ao longo de toda a cadeia do negócio”, afirma Michel Sancovski.

Também foram debatidos alguns dos principais sinais de alerta para empresas, como estruturas societárias sem racional econômico claro, empresas com movimentações financeiras incompatíveis com seu porte ou atividade e entidades com pouco ou nenhum histórico operacional verificável.

O webinar reforçou ainda que o cenário regulatório exige uma abordagem cada vez mais baseada em risco (risk-based approach), com maior compreensão sobre contrapartes, terceiros e relações comerciais potencialmente sensíveis. Nesse contexto, o fortalecimento dos programas de compliance, investigações corporativas e gestão de riscos de terceiros torna-se um elemento essencial para que empresas possam mitigar sua exposição diante da evolução das expectativas regulatórias e de enforcement.

Assista o webinar completo neste link

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